Não se sabe ao certo quando ou onde as lendas que envolvem o
número 13 começaram, mas existem menções associando-o a eventos desafortunados desde, pelo menos, a Idade Média.
Desde histórias de terror até coincidências inexplicáveis, a superstição em torno do número continua a exercer uma influência poderosa sobre as pessoas, principalmente para os jogadores de
gambling que procuram se afastar de qualquer fator que interfira em sua sorte.
Confira a seguir as principais lendas e curiosidades relacionadas ao tema:
Que muitos possuem medo de tudo relacionado ao número treze, já é sabido, mas o que muitos não sabem é que o medo patológico do número treze é conhecido pela medicina como Triscaidefobia.
É uma aversão, uma fobia paralisante que pode estar relacionada a datas, horários, lugares ou qualquer coisa que leve o número.
Alguns atribuem a origem da superstição ao relato bíblico, em que Jesus participou da última Ceia com seus 12 discípulos e, segundo a lenda, Judas teria sido o último a chegar, completando 13 pessoas na mesa. Apesar de não haver registro bíblico sobre a ordem de chegada dos discípulos, de fato foram poucas as ocasiões em que todos estavam juntos (em um total de treze pessoas) e, logo após a esse jantar, Judas traiu Jesus, marcando o número de pessoas na mesa como o responsável pela sequência de acontecimentos.
Há também um mito nórdico sobre 12 deuses dando um jantar em Valhalla, o paraíso da mitologia nórdica. Loki, o deus da trapaça, chega de maneira indesejada, formando 13 convidados na mesa. Loki então providenciou para que Hoder, o deus das trevas, atirasse em Balder, o deus da luz, com uma flecha com ponta de visco. Balder morre, escurecendo toda a Terra.
Sextas-feiras 13 são frequentemente retratadas em filmes de terror e obras de ficção como um dia de má sorte. Mas, assim como o medo do número, também existe o termo médico chamado
frigatriscaidecafobia que se refere a fobia específica das sextas-feiras que caem no dia 13 do calendário.
Algumas lendas dizem que o azar da data tem relação com a
prisão dos Cavaleiros Templários que aconteceu em uma sexta 13, mas acredita-se que a popularização da superstição foi obra de
Thomas W Lawson, que publicou um livro envolto da temática.
Muitos numerologistas, religiões e culturas consideram o doze como um número perfeito. Existem 12 meses no ano, 12 signos do Zodíaco, 12 deuses do Olimpo, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus e por aí vai...
Muitos, então, associam o treze ao azar por ser o número que quebra essa perfeição, que desequilibra a completude.
Muitos edifícios evitam nomear o 13º andar em seus elevadores. Simplesmente ignoram, pulando do 12 para o 14 ou substituindo por outro símbolo.
Aeroportos, prédios comerciais, estádios também evitam o número em seus portões ou marcação de assentos. Hospitais também evitam quartos com o número treze.
Até mesmo cidades como Florença numeram as casas entre os números 12 e 14 com 12 ½.
Apesar de ser menos comum, associar o número 13 com sorte também acontece em algumas culturas.
Por exemplo, na França e Itália, além de regiões com dialeto cantonês como Hong Kong e Macau em que o número 13 é considerado de sorte porque soa semelhante às palavras cantonesas que significam "viver com certeza".
Também existem inúmeros artistas e esportistas que relacionam seu sucesso a sua fidelidade ao número 13, como a cantora Taylor Swift e os esportistas Dan Marino e Kurt Warner.